Domingo, 13 de Janeiro de 2008

De um edíficio centenário à Pousada das Amoras

A partir da Quinta da família Baptista Diniz através de um edifício contíguo ao palacete datado de 1905, e como o moderno, que também se alimenta do que é antigo, foi socorrer-se da recuperação da casa centenária que ali existia. Um outro edifício que a ela se juntou foi criado de raiz e assim nasceu a, inicialmente Estalagem das Amoras desde 18 de Dezembro de 2003 e apenas há algum tempo, após a entrada para o grupo Pousadas de Portugal, tomou o nome de Pousada das Amoras.
 Herdou o nome, porque recordam os habitantes de Proença-a-Nova que, nesta propriedade, abundavam as amoras silvestres, entretanto, hoje, desaparecidas do local. Foi edificada por iniciativa da autarquia de Proença-a-Nova que se debatia com a ausência de investimento privado para construir um equipamento hoteleiro que servisse um concelho apostado no turismo.
Respeita a traça centenária de onde se destaca o torreão, ocupado hoje pela suite e as janelas próprias da época. Janelas estas que deixam transparecer a paisagem campestre da serra das Corgas e Talhadas e uma perspectiva da vila de Proença-a-Nova.
Requintado mas de decoração cuidada e discreta o interior da Pousada, destaca-se pelas suas paredes forradas de cores quentes e pelas as cerâmicas produzidas através da técnica japonesa rakú por Yola Vale e Paulo Alves, do Centro de Artes e Ofícios, de Sobreira Formosa, as telas de Alex Alves ou outras exposições de pintura dão ainda mais cor aos corredores que guiam os hóspedes da entrada até aos confortáveis 34 quartos da Pousada (um deles uma suite).


Para saber um pouco mais clique aqui
        

  



publicado por countrysidepan às 22:15

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